Mas como toda felicidade tem seu fim,
Para um novo recomeço
A libelula tem que seguir sua vida
A busca pela felicidade tem seu fim, ou não?
interrompido por um momento, até encontrar um novo caminho
Mas aquela libelula, vai continuar na minha vida
bom ou ruim?
Ou os dois?
Choro hoje por ter partido
mas eu sabia que tinha que aguardar a partida
Mas sei que ela não foi embora,
ela estará ali...
Parada aonde sempre esteve
Encantando com a sua beleza
Mesmo que um mar vermelho
com sua bravura,
capacidade de desestabilizar,
aniquiliar, destruir
Arrancar o choro dos gentios
Há beleza nesse mar também...
O mar é a libelula se funde num só
Cantando uma melodia que talvez eu esqueça
ou que nunca mais me lembre delas
Ou até mesmo que a beleza delas desapareça para mim
Mas aquela libelula, vai ficar gravada na minha memória
Temos que aprender a viver com as decepções
Afinal nem sempre podemos sorrir
Mas sempre poderemos querer...
Hoje uma parte da minha felicidade se foi
Mas no final das contas, nenhuma felicidade é eterna
A alegria do dia se foi
O choro do dia veio
Para completar o meu dia.
Cantarei a minha vida
é assim vou declamar
Que não me arrependo de nada
Afinal,
aquela libelula,
tem uma necessidade especial
a necessidade de ser feliz, muito feliz!
Já que a asa dela está com problemas,
quando tudo estiver bem, ela vai voar novamente
Assim quem sabe,
ela se esquecerá de mim, ou não.
É eu aprendo a gostar de outras coisas
ou dela de forma diferente.
Daquela libelula que voava num mar vermelho
envolta num campo de rosas.
Vou continuar admirando e gostando,
dessa libelula,
Como antigamente, mas de forma diferente...
Para um novo recomeço
A libelula tem que seguir sua vida
A busca pela felicidade tem seu fim, ou não?
interrompido por um momento, até encontrar um novo caminho
Mas aquela libelula, vai continuar na minha vida
bom ou ruim?
Ou os dois?
Choro hoje por ter partido
mas eu sabia que tinha que aguardar a partida
Mas sei que ela não foi embora,
ela estará ali...
Parada aonde sempre esteve
Encantando com a sua beleza
Mesmo que um mar vermelho
com sua bravura,
capacidade de desestabilizar,
aniquiliar, destruir
Arrancar o choro dos gentios
Há beleza nesse mar também...
O mar é a libelula se funde num só
Cantando uma melodia que talvez eu esqueça
ou que nunca mais me lembre delas
Ou até mesmo que a beleza delas desapareça para mim
Mas aquela libelula, vai ficar gravada na minha memória
Temos que aprender a viver com as decepções
Afinal nem sempre podemos sorrir
Mas sempre poderemos querer...
Hoje uma parte da minha felicidade se foi
Mas no final das contas, nenhuma felicidade é eterna
A alegria do dia se foi
O choro do dia veio
Para completar o meu dia.
Cantarei a minha vida
é assim vou declamar
Que não me arrependo de nada
Afinal,
aquela libelula,
tem uma necessidade especial
a necessidade de ser feliz, muito feliz!
Já que a asa dela está com problemas,
quando tudo estiver bem, ela vai voar novamente
Assim quem sabe,
ela se esquecerá de mim, ou não.
É eu aprendo a gostar de outras coisas
ou dela de forma diferente.
Daquela libelula que voava num mar vermelho
envolta num campo de rosas.
Vou continuar admirando e gostando,
dessa libelula,
Como antigamente, mas de forma diferente...
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