quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Libelula, um rosa é o mar.

Mas como toda felicidade tem seu fim,
Para um novo recomeço
A libelula tem que seguir sua vida
A busca pela felicidade tem seu fim, ou não?
interrompido por um momento, até encontrar um novo caminho

Mas aquela libelula, vai continuar na minha vida
bom ou ruim?
Ou os dois?
Choro hoje por ter partido
mas eu sabia que tinha que aguardar a partida

Mas sei que ela não foi embora,
ela estará ali...
Parada aonde sempre esteve
Encantando com a sua beleza

Mesmo que um mar vermelho
com sua bravura,
capacidade de desestabilizar,
aniquiliar, destruir
Arrancar o choro dos gentios

Há beleza nesse mar também...

O mar é a libelula se funde num só
Cantando uma melodia que talvez eu esqueça
ou que nunca mais me lembre delas
Ou até mesmo que a beleza delas desapareça para mim

Mas aquela libelula, vai ficar gravada na minha memória
Temos que aprender a viver com as decepções
Afinal nem sempre podemos sorrir
Mas sempre poderemos querer...

Hoje uma parte da minha felicidade se foi
Mas no final das contas, nenhuma felicidade é eterna
A alegria do dia se foi
O choro do dia veio
Para completar o meu dia.

Cantarei a minha vida
é assim vou declamar
Que não me arrependo de nada
Afinal,
aquela libelula,
tem uma necessidade especial
a necessidade de ser feliz, muito feliz!
Já que a asa dela está com problemas,
quando tudo estiver bem, ela vai voar novamente

Assim quem sabe,
ela se esquecerá de mim, ou não.
É eu aprendo a gostar de outras coisas
ou dela de forma diferente.

Daquela libelula que voava num mar vermelho
envolta num campo de rosas.
Vou continuar admirando e gostando,
dessa libelula,
Como antigamente, mas de forma diferente...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Viver!

Hoje eu vi
A vida que eu vivi
Não me levou a lugar nenhum
Sendo que o caminho que percorrir, nem eu mesmo sei
Sentado num canto pensando na vida
Tenho pensamentos vagos sobre tudo isso

A vida que eu vivo
E diferente da qual imaginei
Ou é melhor assim?
Uma vida de supresas que nem sempre te satisfaz
quem será que vive uma vida assim?

Sem título

Se eu fosse um poeta,
te escreveria um poema
Se eu fosse um pintor,
pintaria um quadro
Se eu fosse um comediante,
faria você rir.

Mas eu sendo seu amigo...
Escrevo em palavras soltas o quão é a minha gratidão por ti
Eu pinto um quadro dentro do seu coração para curar as suas feridas
Eu te faria rir, para ver o quão belo é a arte do inimaginavel ser.

Afinal o velho continente se faz presente a ti no momento,
é eu no novo continente...
mas por causa disso, penso em ti ainda...

Vox populi,abusus non tollit usum
Amicus certus in re incerta cernitur.

Em língua antiga para mostrar a pureza das minhas palavras.
Por fim,
vanitas vanitatum, et omnia vanitas.

Coisas que eu não sei

Coisas que eu queria saber,
penso que a resposta está em você

A minha confusão, o meu medo
estaria certo em ser assim?
Coisas que eu queria saber...

Tento ser discreto, mas acabo sendo indiscreto,
quero saber como te fazer feliz,
mas me pego pensando em mim de novo...

Quando penso em mim, involutáriamente, penso em ti...

Coisas que eu queria saber...
seu jeito de ser, ironica, rispida
ou até mesmo direta...
Coisas que eu queria saber,
sobre você,
sobre como te ajudar,
mas me pego pensando se você quer realmente...

Num ritmo louco,
exasperando as emoções, ojerizando a razão
e assim vou vivendo.

Inferno de amar...

Se amar é um inferno
Então me ensine a amar um amor dos céus
Assim eu saberei dizer que você me leva,
ao céu ou ao inferno
É mesmo assim
Continuarei te querendo.

Telefonema

Se o telefone toca
Penso que é você me ligando
Quero ouvir sua voz
Quero sentir você

Me sinto num círculo emoção
Que parece não ter fim

O telefone não mostra a distância
Mas meu coração parece sentir

Pelo menos, será que sinto você?
Ao menos parece que sou louco
Por que quando toca o telefone
Sua voz me alucina
Fico imaginando seus movimentos, seus jeitos


Você me deixa assim
Num mundo de chamada à cobra
pro seu coração.

Paciência....

Seus cabelos que dançam entre as cores
Seus olhares que denotam a inocência
Seu charme, seu ser...
Seu jeito madura de ser,
inteligente e animada...

A beleza em ti é natural
O seu jeito é belo

Seus modos, seus olhares
Milhares de tentações
Afinal, tu és assim
bela.

Acredite no impossível e viva o possível
acredite em você, no potencial que há em você...

Me mostre a sua beleza que eu aprendir a gostar,
a sua beleza interior...

O que você acha que se perdeu,
você irá encontrar...


Não chore, não sofra só
estarei com você agora.

Maresias

Quando você sentir que vai embaraçar
Me chama que vou te abraçar
E nesse dia vou cantar
Que como é lindo amar
Como uma onda do mar
o meu mar...
é amar.

Abner Kimura